O Perigo das Redes Sociais

Discurso Masculinista Redpill e a Dinâmica do Abuso Sexual Infantojuvenil no Brasil

Entenda a correlação entre o crescimento do discurso redpill e a desumanização do corpo feminino

Discurso Masculinista Redpill e a Dinâmica do Abuso Sexual Infantojuvenil no Brasil – Na última década, o Brasil testemunhou a ascensão de um ecossistema digital complexo, habitualmente denominado “machosfera”, que abriga subculturas fundamentadas no ressentimento masculino e na oposição frontal aos avanços dos direitos das mulheres. Dentre estas subculturas, o movimento “Redpill” emergiu como um catalisador de ideologias que ressignificam a masculinidade hegemônica sob uma ótica de vitimização e retaliação.1

Simultaneamente, os indicadores oficiais de segurança pública e direitos humanos apontam para um agravamento alarmante nos casos de abuso e exploração sexual infantojuvenil no território nacional.3

Este artigo busca estabelecer os discursivos e estatísticas entre o crescimento dessa retórica extremista e a vulnerabilização da infância e adolescência, analisando como a erosão da percepção de consentimento e a desumanização do outro no espaço virtual reverberam em atos de violência concreta.

O Fenômeno Redpill

O termo “Redpill”, ou “pílula vermelha”, encontra sua matriz simbólica na obra cinematográfica Matrix (1999), das irmãs Wachowski. No filme, o protagonista Neo deve escolher entre a pílula azul, que lhe permitiria permanecer em uma ilusão confortável, e a pílula vermelha, que revelaria a verdade dolorosa sobre a natureza da realidade.1

Este conceito foi apropriado por grupos de homens que se autopercebem como críticos à igualdade de gênero, alegando que a sociedade vive sob uma “matriz” feminista que oprime o sexo masculino.1 Para esses grupos, tomar a “pílula vermelha” significa despertar para uma suposta verdade: a de que as mulheres são intrinsecamente manipuladoras, controladoras e interessadas apenas no status socioeconômico e no “valor sexual de mercado” dos homens.1

A análise do discurso desses movimentos revela uma construção identitária baseada no ressentimento. Pesquisadores apontam que a filosofia Redpill não se limita a um conjunto de conselhos de autoajuda, mas constitui-se como um movimento masculinista que defende modelos de masculinidade e feminilidade extremamente rígidos.1

O homem “redpillado” deve ser emocionalmente impenetrável, dominante e voltado para a acumulação de poder, enquanto a mulher é reduzida a um padrão de beleza e comportamento submisso.1 Essa dicotomia é vendida em fóruns, canais de YouTube e cursos ministrados por “coaches de masculinidade”, que transformam a insegurança masculina em lucro e adesão ideológica.1

O Ethos Discursivo e a Figura do Mentor

A construção da imagem do enunciador no discurso Redpill é fundamental para a sua eficácia persuasiva. Estudos baseados na Análise do Discurso de Linha Francesa identificam que influenciadores do movimento projetam diferentes facetas do ethos para garantir a adesão de seus interlocutores.5 A variação dessas imagens permite que o discurso alcance desde o jovem alienado até o homem adulto em crise de identidade.

Tipo de Ethos IdentificadoCaracterísticas e Estratégias DiscursivasImpacto na Recepção do Público
Guia ou OrientadorPosiciona-se como detentor de um saber secreto e revelador sobre a natureza feminina.5Cria uma relação de dependência intelectual e autoridade.5
Amigo ConselheiroUtiliza linguagem informal, perguntas retóricas e uma simulação de proximidade.5Reduz as defesas críticas do interlocutor através da empatia.5
Homem Viril e RessentidoCaracterizado por agressividade verbal, uso de gírias e hostilidade contra mulheres.5Incita a retaliação e a validação do ódio como resposta social.5

No Brasil, figuras como Sedutor Afro (filho de mãe solteira), Thiago Schutz (calvo do Campari) e Raiam Santos ganharam notoriedade ao personificar este último ethos, envolvendo-se em episódios de ameaça pública contra mulheres que satirizavam seu conteúdo.2

A ameaça de “processo ou bala” feita por Schutz a uma comediante exemplifica a transição do discurso abstrato de “melhoria pessoal” para a violência psicológica e a tentativa de silenciamento do outro por meio da força ou da coação jurídica.2 Esse comportamento é um sintoma da radicalização que permeia a manosfera brasileira, onde o ódio às mulheres é tratado como uma forma de autodefesa e preservação da honra masculina.4

A Arquitetura da Machosfera

A manosfera ou machosfera, é um ecossistema digital que abrange diversos subgrupos, cada qual com nuances específicas, mas unidos por uma base misógina e antifeminista.2 Este ambiente funciona como uma “câmara de eco”, onde as opiniões são reforçadas e os pontos de vista divergentes são eliminados, facilitando a radicalização de indivíduos que já se sentem marginalizados ou injustiçados.11

A conexão entre estes grupos é evidenciada pela partilha de estéticas e táticas de comunicação.12 O uso de plataformas de alta visibilidade, como o TikTok e o YouTube, permite que esses discursos alcancem um público cada vez mais jovem, frequentemente incapaz de decodificar as intenções manipulativas por trás da estética de “vídeos curtos” e edits de alto impacto.14

O processo de radicalização ocorre em cascata: um jovem pode entrar em contato com conteúdos leves de “desenvolvimento pessoal”, ser apresentado aos conceitos de Redpill e, eventualmente, ser cooptado por subculturas mais extremas e violentas, como a dos Incels (celibatários involuntários).9

Subgrupo da ManosferaIdeologia CentralRelação com a Violência
IncelRessentimento por falta de sucesso sexual, culpabilização das mulheres.9Ligação direta com ataques em escolas e atos de terrorismo doméstico.17
MGTOWDefesa do afastamento total de relações com mulheres (“Men Going Their Own Way”).10Promove a desumanização e a segregação de gênero.2
PUA (Pick-up Artists)Técnicas de sedução baseadas em manipulação e gamificação de relações.9Trata o corpo feminino como objeto de conquista e o consentimento como obstáculo.9
RedpillCrença em um sistema opressor contra homens e busca por dominação hegemônica.1Fornece a base teórica e moral para a retaliação contra avanços feministas.1

A periculosidade deste ambiente reside na sua capacidade de desumanizar grupos inteiros. Quando o discurso Redpill categoriza as mulheres não como sujeitos de direitos, mas como “objetos biológicos” regidos por instintos de interesse, ele remove a barreira ética que impede a violência.5 Esta desumanização é a mesma que permite o avanço do discurso de ódio nas redes sociais, incitando agressões que frequentemente transpõem a barreira digital para se manifestarem como crimes de ódio e violações físicas no mundo offline.11

Estatísticas da Violência Sexual no Brasil

Para compreender a relação entre o discurso extremista e o abuso sexual infantojuvenil, é necessário analisar os dados quantitativos fornecidos pelas instituições de segurança e defesa dos direitos humanos. O Brasil vive uma crise persistente e crescente de violência sexual, que afeta desproporcionalmente crianças e adolescentes.3

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2024 revela números estarrecedores. Em 2023, o país atingiu o ápice de estupros registrados na história, totalizando 87,5 mil casos.3 A vulnerabilidade infantil é o traço mais marcante desta tragédia: 61,3% das vítimas de estupro tinham 13 anos ou menos no momento do crime.3 Isto significa que, em média, mais de 140 crianças são estupradas diariamente no Brasil.

Perfil das Vítimas e Dinâmica do Crime

A violência sexual infantojuvenil no Brasil possui características estruturais que indicam uma profunda falha nas redes de proteção e na cultura de respeito à dignidade humana.

CategoriaDado EstatísticoRelevância Social
Total de Estupros (2023)87.500 casos 3Recorde histórico e indicador de falha institucional.
Vítimas < 13 anos51.677 crianças 3Representam a maioria esmagadora das vítimas de estupro.
Local do Crime69,1% no ambiente residencial 3Demonstra a insegurança dentro da própria casa.
Perfil do Agressor63% familiares e 29% conhecidos 3A violência é praticada por figuras de confiança.
Gênero das Vítimas87,1% são do sexo feminino 20Confirma a natureza de gênero da violência sexual.

A predominância de meninas entre as vítimas (87,1%) e o fato de a maioria dos agressores serem homens do círculo familiar ou conhecidos estabelece uma ponte direta com as discussões sobre a dominação masculina.20 O abuso, nestes termos, é frequentemente uma manifestação extrema de poder e controle, sentimentos que são continuamente alimentados e validados pelo discurso Redpill, que prega a necessidade de o homem exercer sua soberania sobre o ambiente doméstico e sobre as mulheres sob sua convivência.1

Discurso Masculinista Redpill e a Dinâmica do Abuso Sexual Infantojuvenil no Brasil

A relação entre o crescimento do discurso Redpill e o aumento dos índices de abuso sexual não é necessariamente de causa e efeito linear, mas de um processo de retroalimentação cultural. O discurso masculinista atua na criação de um ambiente de “desensibilização ética” e de “disputa de verdade” que favorece o agressor e silencia a vítima.

1. Erosão do Consentimento e Manipulação

Muitas das técnicas de sedução e “jogos” propostos por influenciadores da manosfera, especialmente os PUAs e Redpills, baseiam-se na ideia de que o “não” da mulher é apenas uma resistência a ser quebrada por meio de manipulação psicológica.6

Quando este conceito é transposto para o tratamento de menores, a barreira do consentimento torna-se ainda mais tênue. O treinamento de seguidores para usar técnicas “absolutamente abusivas” para conquistar mulheres tem impacto concreto no mundo offline, resultando em ofensas sexuais e tentativas forçadas de relações.6

2. Deslegitimação da Denúncia e a Cultura do Silêncio

Um dos pilares do discurso Redpill é a alegação de que as mulheres mentem sistematicamente sobre abusos para destruir a vida de homens inocentes.1 Essa retórica alimenta a ideia de que crianças e adolescentes podem estar “fantasiando” ou sendo manipuladas para denunciar.23

Historicamente, apenas 10% dos casos de abuso são denunciados à polícia, em grande parte pelo medo e pela descrença no sistema.23 Quando influenciadores com milhões de seguidores reforçam que a palavra da mulher não tem valor e que denúncias de estupro são, em sua maioria, falsas, eles criam um escudo social para o agressor e um ambiente de hostilidade extrema para a vítima que ousa falar.4

3. A Masculinidade Tóxica como Motor da Violência

A construção social da masculinidade que exige força, virilidade e ausência de afeto impacta negativamente tanto homens quanto mulheres.24 Garotos são ensinados a crescerem de forma “seca, violenta e autossuficiente”, o que os torna propensos a comportamentos agressivos e abusivos.24 Especialistas alertam que esse tipo de masculinidade está diretamente ligado a altas taxas de homicídios e acidentes, mas também à perpetuação do abuso sexual como forma de afirmação de poder em um cenário de “crise da masculinidade”.24

A Criminalidade Cibernética e o Grooming na Machosfera

A internet não apenas dissemina ideologias, mas serve como ferramenta operacional para o crime. O relatório da SaferNet Brasil aponta que o país tornou-se um dos principais polos de denúncias de abuso sexual infantil online no mundo, ocupando a quinta posição global em 2024.26 O volume de material de abuso sexual infantil (CSAM) detectado e denunciado é crescente, com 49.336 denúncias anônimas registradas apenas nos primeiros sete meses de 2025, um aumento de 18,9% em relação ao ano anterior.27

O Algospeak e a Camuflagem da Violência

Dentro dos fóruns da machosfera, o uso de linguagens cifradas, conhecidas como Algospeak, permite que predadores e entusiastas do ódio se comuniquem sem serem detectados por algoritmos de moderação.16

Termo em AlgospeakSignificado OcultoContexto de Uso
Cheese Pizza (CP)Pornografia InfantilUsado para disseminar CSAM em fóruns de imagem.16
Café PretoCódigo alternativo para abuso infantilVariação regional brasileira para o termo “CP”.16
Plaquinha / Proof of LoveProva de amor (coação)Técnica de grooming para exigir nudes de menores.16
EditsVídeos estetizados de violênciaUsados para radicalizar jovens através de música e visual de jogos.16

O grooming, ou aliciamento virtual, é facilitado por essas subculturas. Predadores se infiltram em comunidades que tratam de “masculinidade” ou “games” para recrutar jovens, utilizando as mesmas técnicas de manipulação emocional ensinadas nos cursos Redpill para fragilizar a psique de adolescentes e coagi-los à autoexposição ou ao abuso físico.10 O Ministério Público destaca que esses grupos celebram autores de massacres escolares como “heróis” ou “santos”, criando um ambiente onde a violência contra o outro é não apenas normalizada, mas glamourizada.16

O Caso Felca e o Impacto da Conscientização Digital

Um fenômeno relevante no cenário recente foi a publicação do vídeo “Adultização” pelo influenciador Felipe Brassanim (Felca), em 2024. O conteúdo, que criticava a exposição precoce e sexualizada de crianças na internet, alcançou mais de 48 milhões de visualizações e gerou um debate nacional sem precedentes.3

O impacto deste vídeo foi traduzido em dados reais de segurança. A SaferNet registrou um recorde histórico de denúncias de abuso sexual infantil logo após a repercussão do conteúdo, demonstrando que a sociedade brasileira, quando munida de informação, está vigilante e disposta a agir contra a exploração.27 Este episódio reforça que a mesma rede que propaga o ódio pode ser utilizada para mobilização social positiva, desde que haja letramento midiático e responsabilidade por parte dos grandes criadores de conteúdo.15

Radicalização e o Uso de Inteligência Artificial

O relatório da SaferNet para 2025 destaca uma tendência crítica e emergente: o uso de Inteligência Artificial (IA) generativa para a produção de material de abuso sexual infantil.27 Criminosos estão utilizando ferramentas de IA para criar imagens hiper-realistas de crianças em situações de abuso, o que dificulta a identificação de vítimas reais e amplia a escala da produção de material ilícito. Essa tecnologia, somada à retoria de desumanização presente na manosfera, cria um cenário de risco sistêmico onde a fronteira entre o real e o sintético se dissolve, protegendo agressores e revitimizando adolescentes cujas imagens são manipuladas sem consentimento.27

Direitos Humanos e Políticas de Enfrentamento

O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) identifica a machosfera como uma “porta de entrada” para o extremismo e para o neonazismo.9 O ressentimento masculino é explorado por recrutadores para radicalizar jovens, transformando-os em vetores de ódio contra minorias étnicas, a comunidade LGBTQIA+ e, centralmente, mulheres.9 Esta radicalização tem impactos diretos na democracia e na segurança pública, estando vinculada ao aumento da violência escolar no Brasil.9

Estratégias de Combate Propostas pelo Governo

O Grupo de Trabalho criado pelo MDHC propõe diretrizes claras para mitigar o avanço do ódio online e proteger a infância e juventude:

  • Educação Midiática: Capacitação de jovens para identificar discursos de ódio e técnicas de manipulação emocional em plataformas digitais.9
  • Responsabilização de Plataformas: Defesa de uma moderação mais rigorosa que impeça a monetização de conteúdos misóginos extremos e a circulação de discursos de ódio.9
  • Promoção de Masculinidades Saudáveis: Criação de espaços de diálogo para contrapor o modelo tóxico da Redpill por modelos de masculinidade que valorizem o afeto e o respeito.9
  • Monitoramento de Crimes de Ódio: Tratamento da misoginia extremista como um problema de segurança pública, com monitoramento ativo de fóruns e redes de recrutamento.9

A necessidade de uma “educação protetiva” é urgente. Inserir temas como igualdade de gênero e prevenção da violência sexual nos currículos escolares é uma das formas mais eficazes de romper com a cultura do silêncio e permitir que crianças e adolescentes reconheçam comportamentos abusivos precocemente.9

A Convergência entre Redpill e Abuso Sexual

A análise dos dados e discursos permite concluir que o crescimento do movimento Redpill no Brasil atua como um fertilizante cultural para a violência sexual infantojuvenil, principalmente com a chamada “cultura da novinha”. Embora o movimento frequentemente tente se apresentar como uma filosofia de autoajuda ou desenvolvimento pessoal, suas raízes na dominação masculina e no ressentimento criam as condições ideológicas necessárias para a prática e a ocultação do abuso.

A relação estabelecida opera através de três frentes principais. Primeiramente, na desvalorização do consentimento, ao pregar táticas de conquista baseadas na quebra de resistências psicológicas e na manipulação.

Em segundo lugar, na proteção do agressor, ao disseminar a ideia de que denúncias de abuso são tentativas de vingança feminina, desencorajando o acolhimento das vítimas e fortalecendo a impunidade intrafamiliar.

Por fim, no recrutamento e radicalização, ao oferecer a predadores e extremistas um ecossistema digital protegido por códigos e câmaras de eco, facilitando o aliciamento e a exploração de menores.

O enfrentamento desse cenário exige uma resposta multidimensional que combine regulação tecnológica, vigilância policial e, fundamentalmente, uma transformação cultural profunda. A proteção de crianças e adolescentes contra o abuso sexual no Brasil passa obrigatoriamente pelo combate à misoginia extrema e pela desconstrução dos discursos de ódio que, sob a máscara da “pílula vermelha”, buscam restaurar um modelo de sociedade pautado pela dominação e pela violência.

A vigilância da sociedade civil e a implementação de políticas públicas baseadas em evidências são os únicos caminhos para garantir que a infância e a juventude brasileiras possam crescer livres da sombra da exploração digital e física.

Referências citadas

  1. O que é red pill? – Instituto Claro, acessado em março 6, 2026, https://www.institutoclaro.org.br/cidadania/nossas-novidades/reportagens/o-que-e-red-pill/
  2. Os segredos da pílula vermelha: machismo e imaginação …, acessado em março 6, 2026, https://revistas.usp.br/matrizes/article/view/223269/217796
  3. Denúncias de violências contra crianças crescem no Brasil, acessado em março 6, 2026, https://futura.frm.org.br/conteudo/mobilizacao-social/noticia/denuncias-de-violencias-contra-criancas-e-adolescentes-crescem
  4. Reflexões midiáticas – Adobe, acessado em março 6, 2026, https://indd.adobe.com/view/publication/52270b3f-67f2-4512-9ccf-101d926bd08d/pf9x/publication-web-resources/pdf/Reflex%C3%B5es_midi%C3%A1ticas.pdf
  5. Pílulas de extremismo: a construção do ethos no discurso Red Pill, acessado em março 6, 2026, https://repositorio.unesp.br/entities/publication/135a358f-8286-486a-afdd-c286bec34e9d
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  25. Masculinidade Tóxica: O agressor não passa ileso – Lab Notícias, acessado em março 6, 2026, https://labnoticias.jor.br/2023/02/16/masculinidade-toxica-o-agressor-nao-passa-ileso/
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  27. SaferNet Brasil alerta que 64% das denúncias recebidas em 2025 são de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes na internet, acessado em março 6, 2026, https://new.safernet.org.br/content/safernet-brasil-alerta-que-64-das-denuncias-recebidas-em-2025-sao-de-abuso-e-exploracao
  28. Denúncias anônimas de crimes na internet passam de 180 mil em 2014 – Childhood Brasil, acessado em março 6, 2026, https://www.childhood.org.br/acoes-e-iniciativas/denuncias-anonimas-de-crimes-na-internet-passam-de-180-mil-em-2014/
  29. PROTEÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS FRENTE AO DISCURSO DE ÓDIO NAS REDES SOCIAIS E À LIBERDADE DE EXPRESSÃO, acessado em março 6, 2026, https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/21015

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