O Perigo das Redes Sociais

Por Dentro da Machosfera – Novo Documentário da Netflix

O documentário revela um ecossistema onde o ressentimento social é transformado em produto, e onde a busca por identidade é sequestrada por algoritmos que favorecem o conflito e a desumanização do outro

Por Dentro da Machosfera – A ascensão de subculturas digitais extremistas deixou de ser um fenômeno de nicho para se tornar uma questão de segurança pública e saúde mental global. O lançamento do documentário Louis Theroux: Por Dentro da Machosfera pela Netflix, em março de 2026, marca um ponto de inflexão na forma como a mídia de massa consome e analisa a rede de influenciadores que lucram com a propagação de ideologias misóginas.1

Sob a direção de Adrian Choa e com a condução característica de Theroux, o documentário de 90 minutos oferece uma visão panorâmica sobre os mecanismos de radicalização que atingem, primordialmente, jovens e adolescentes do sexo masculino.2 A produção não apenas expõe o discurso desses indivíduos, mas também as engrenagens econômicas que sustentam o que se convencionou chamar de “manosfera” ou “machosfera”.1

A relevância do documentário é amplificada por sua conexão temática com outra produção da mesma plataforma, a minissérie de ficção Adolescência (Adolescence), lançada em 2025. Enquanto a série ficcional retrata o impacto terminal da radicalização online — um homicídio cometido por um jovem de 13 anos —, o documentário de Theroux examina a infraestrutura ideológica e as figuras reais que alimentam esse comportamento.5

Os longas revelam um ecossistema onde o ressentimento social é transformado em produto, e onde a busca por identidade é sequestrada por algoritmos que favorecem o conflito e a desumanização do outro.5

Por Dentro da Machosfera

A compreensão da machosfera exige a decodificação de um vocabulário técnico e simbólico que serve como barreira de entrada e sinal de pertencimento. O conceito central, a pílula vermelha (red pill), é uma apropriação do filme Matrix, simbolizando um suposto despertar para uma realidade onde os homens seriam as verdadeiras vítimas de um sistema estruturado para favorecer as mulheres.8

Essa inversão narrativa é o alicerce sobre o qual se constroem identidades mais extremas, como os incels (celibatários involuntários), que adotam a pílula preta (black pill), um estado de niilismo e fatalismo biológico.7

Termo TécnicoSignificado no Ecossistema DigitalReferência ou Origem Cultural
Red PillEstado de consciência sobre a suposta opressão masculina e privilégios femininos.Cinema de ficção científica (Matrix).
Blue PillAceitação das normas sociais de igualdade e coexistência entre gêneros.Contraponto à Red Pill.
Black PillCrença de que o sucesso social é impossível devido a deficiências genéticas e estéticas.Radicalização do pensamento Incel.
IncelHomens que se declaram incapazes de obter parceiras e culpam o feminismo por isso.Fóruns online de suporte (originalmente).
LooksmaxxingObsessão por maximizar a atratividade física através de métodos muitas vezes violentos.Subculturas de autoajuda estética.
Chad / StacyEstereótipos de homens e mulheres no topo da hierarquia de atratividade sexual.Memes de imagem e fóruns 4chan.
MGTOWMovimento de homens que defendem o isolamento total de relações afetivas com mulheres.Sigla para Men Going Their Own Way.

A adoção dessa terminologia cria uma câmara de eco onde o diálogo com o mundo exterior é visto como contaminação pela pílula azul.8 O documentário de Theroux evidencia como esse isolamento linguístico facilita a desumanização. Ao referir-se a mulheres como “lavadoras de louça” ou “objetos de valor de mercado sexual”, os influenciadores removem a subjetividade feminina e preparam o terreno para a aceitação de comportamentos abusivos.5 Este processo é visível na interação entre Harrison Sullivan, conhecido como HS TikkyTokky, e as mulheres que circulam em seu ambiente doméstico, tratadas como acessórios de status em vez de indivíduos com autonomia.2

A metodologia de Louis Theroux e a exposição da hipocrisia

O estilo investigativo de Louis Theroux, caracterizado por uma postura aparentemente ingênua e perguntas diretas, provou ser eficaz para desestabilizar a bravata dos influenciadores da machosfera.1 Ao viajar para cidades como Miami e Marbella, Theroux não adota o confronto agressivo que esses homens utilizam em seus podcasts.3

Em vez disso, ele permite que eles falem livremente, o que invariavelmente leva à exposição de contradições profundas. Um momento crítico ocorre quando o documentarista confronta Myron Gaines sobre a defesa da monogamia unilateral, na qual o homem reserva-se o direito de ter múltiplas parceiras enquanto exige fidelidade absoluta da mulher.4

A análise técnica da abordagem de Theroux sugere que ele utiliza o silêncio e a escuta ativa para forçar o entrevistado a preencher o vazio com justificativas cada vez mais absurdas.4 Ao questionar Sneako sobre suas teorias conspiratórias envolvendo a Matrix e uma suposta cabala que controla o mundo, Theroux revela que o discurso de poder desses homens é, na verdade, sustentado por uma profunda insegurança e por traumas familiares mal resolvidos.1

A produção atinge um ponto alto ao entrevistar a mãe de Harrison Sullivan, revelando um contraste entre o “macho alfa” digital e o filho que ainda busca aprovação materna, o que expõe a performance do influenciador como uma construção puramente comercial.5

O mercado da misoginia: monetização e fraude financeira

Um dos pilares da machosfera revelados pela investigação é a transformação do ódio em um negócio altamente lucrativo. O documentário demonstra que a ideologia red pill é frequentemente um funil de vendas para produtos financeiros duvidosos.3 Influenciadores como Justin Waller e Ed Matthews promovem estilos de vida extravagantes para convencer jovens seguidores de que a submissão feminina e o acúmulo de riqueza são os únicos caminhos para a validade masculina.3 No entanto, por trás dessa fachada de sucesso, escondem-se esquemas de pirâmide e parcerias com casas de apostas.13

Estratégia de MonetizaçãoMecanismo de ExploraçãoConsequência para o Usuário
Cursos de MasculinidadePromessa de ensinar técnicas de sedução e dominância social.Dependência ideológica e financeira.
Parcerias com ApostasRecebimento de porcentagem sobre as perdas dos seguidores em plataformas.Prejuízo financeiro real e vício.
Investimentos em CriptoPromoção de ativos voláteis ou plataformas de negociação controladas.Perda de capital (testado por Theroux).
OnlyFans ManagementAgenciamento de modelos enquanto criticam moralmente o trabalho sexual.Exploração paradoxal da imagem feminina.

A cena em que Louis Theroux investe 500 libras em uma plataforma recomendada por um dos influenciadores e perde o montante quase instantaneamente serve como uma metáfora pedagógica para toda a economia da machosfera.4 A riqueza exibida nesses canais não provém de habilidades superiores em negócios, mas da extração de recursos de uma audiência composta por rapazes vulneráveis que buscam respostas fáceis para problemas complexos de inserção social e econômica.1 O documentário de 2026 é incisivo ao mostrar que esses influenciadores muitas vezes nem sequer acreditam no que pregam, admitindo que buscam apenas engajamento e cliques para alimentar o fluxo de caixa.5

O espelho de Adolescência

A conexão entre Por Dentro da Machosfera e a série Adolescência é fundamental para entender a gravidade do problema. A minissérie de Jack Thorne retrata a vida de Jamie Miller, um menino cuja trajetória é marcada pela imersão em fóruns de ódio após sofrer rejeição romântica na escola.6 A técnica de filmagem em plano-sequência utilizada na série transmite uma sensação de inevitabilidade e pressão constante, refletindo a forma como os algoritmos das redes sociais bombardeiam os jovens com conteúdos extremistas de forma ininterrupta.16

O personagem Jamie, interpretado por Owen Cooper, personifica o público-alvo dos influenciadores entrevistados por Theroux.20 Na trama, o jovem é chamado de incel por uma colega, o que desencadeia uma espiral de ressentimento alimentada por ideais de masculinidade tóxica que ele aprendeu online e de forma sutil com o comportamento volátil de seu pai.22 A série de 2025 explora como a falta de comunicação emocional dentro da família e a ausência de figuras masculinas saudáveis deixam o caminho livre para que os gurus da machosfera ocupem o papel de mentores.17

Elemento de ConexãoRepresentação em Adolescência (Ficção)Realidade em Por Dentro da Machosfera
O gatilho da violênciaO assassinato de Katie Leonard após rejeição social.O incentivo à agressividade como forma de poder.
O papel do digitalO uso de emojis e gírias para ocultar a radicalização.A criação de comunidades fechadas e léxico próprio.
A figura paternaEddie Miller, um pai amoroso mas emocionalmente distante.Influenciadores que se apresentam como pais substitutos.
A resposta institucionalO interrogatório policial e a avaliação psicológica.A tentativa de Theroux de confrontar a lógica dos gurus.

A série destaca momentos de grande relevância técnica, como a cena em que Jamie é interrogado e recebe um sanduíche da psicóloga Briony Ariston.24 Analistas sugerem que esse gesto de humanização é o que falta no ambiente digital, onde o jovem é tratado apenas como uma métrica de visualização.25 Em contraste, no mundo real da machosfera, o acolhimento só é oferecido se o jovem aceitar a ideologia de submissão e ódio, criando um ciclo onde a vulnerabilidade é punida e a agressão é recompensada.13

Looksmaxxing e o determinismo biológico do ódio

Um dos temas mais alarmantes abordados no contexto da machosfera em 2026 é o looksmaxxing. Essa tendência, que começou em fóruns obscuros de incels, incentiva homens jovens a buscar a perfeição física através de métodos extremos, sob a premissa de que o valor de um homem é determinado exclusivamente por sua genética facial e força bruta.14 O documentário de Theroux e reportagens correlatas expõem práticas como o bonesmashing, onde rapazes batem nos próprios ossos da face para tentar induzir microfraturas que, teoricamente, tornariam o maxilar mais proeminente.14

Esse comportamento é um sintoma da pílula preta, que prega que, se você não nasceu com certas características físicas, está destinado ao fracasso romântico e social.11 Especialistas alertam que o looksmaxxing funciona como uma porta de entrada para ideologias ainda mais radicais.14 Quando o jovem não obtém os resultados estéticos prometidos pelos influenciadores, o ressentimento se volta contra as mulheres, que são acusadas de serem superficiais e de seguirem a regra do 80/20 — a ideia pseudocientífica de que 80% das mulheres desejam apenas os 20% de homens mais atraentes.7

A análise sociológica indica que o looksmaxxing é a resposta de uma geração que se sente impotente diante de mudanças econômicas e sociais.6 Ao focar na alteração física violenta, o jovem tenta retomar o controle de sua vida em um mundo que ele percebe como hostil e injusto. No entanto, o que os influenciadores vendem não é saúde ou fitness, mas uma forma de dismorfia corporal masculinizada que alimenta o mercado de procedimentos cosméticos e cursos de “valor de mercado sexual” (SMV).14

O cenário brasileiro e a expansão da machosfera local

O Brasil não está imune a essa onda de radicalização. Pelo contrário, o país tornou-se um dos mercados mais vibrantes para a adaptação da filosofia red pill.26 Pesquisas realizadas em 2026 pelo NetLab da UFRJ mostram que o ecossistema brasileiro de canais misóginos no YouTube continua em expansão, com milhões de inscritos e uma capacidade de adaptação notável para evitar punições.28 O uso da internet entre jovens brasileiros de 9 a 17 anos é onipresente, e embora o acesso nas escolas tenha caído devido a novas regulamentações de celulares, a exposição a conteúdos de ódio em casa permanece estável.29

Estatísticas da Machosfera no Brasil (2026)Dados Levantados
Canais Ativos IdentificadosPelo menos 123 canais com conteúdo misógino claro.
Total de Inscritos em Canais de ÓdioAproximadamente 23 milhões de usuários.
Crescimento de Vídeos PublicadosAumento de 25 mil novos vídeos entre 2024 e 2026.
Jovens com Acesso à Internet92% da população entre 9 e 17 anos.
Incidência de Conteúdo sem Busca Ativa59% dos jovens encontram a machosfera via algoritmos.

O caso do influenciador Thiago Schutz, que ameaçou a atriz Livia La Gatto após ser parodiado, é citado como um exemplo da periculosidade desses grupos no mundo real.30 Schutz e outros coaches de relacionamento utilizam podcasts como o Redcast para disseminar a ideia de que a autonomia feminina é uma ameaça à integridade masculina.26 A resposta institucional brasileira inclui a Lei Lola (Lei 13.642/2018), que permite à Polícia Federal investigar crimes de misoginia online, mas pesquisadores apontam que a rede de influenciadores é ágil em mudar nomes de canais e termos de busca para contornar a lei.10

A radicalização no Brasil também possui um forte componente político. Existe uma interseção clara entre os seguidores da machosfera e grupos de extrema direita, onde a defesa da “família tradicional” é usada como cobertura para o ataque sistemático aos direitos das mulheres e da comunidade LGBTQIA+.27 Especialistas como o professor Daniel Cara alertam que a misoginia é o elemento central nos ataques a escolas que têm ocorrido no país, demonstrando que o ódio virtual tem consequências letais em ambientes educacionais.33

O mito da Matrix e a politização do ressentimento

A apropriação do conceito de Matrix pela machosfera é um exemplo de como a cultura pop pode ser distorcida para fins ideológicos. No documentário, Sneako e outros influenciadores afirmam que existe um sistema de controle — muitas vezes associado a teorias antissemitas sobre os judeus — que deseja “eliminar a masculinidade” para tornar a população mais submissa.13 Essa retórica transforma a misoginia em uma forma de resistência política heroica.5

A investigação de Theroux revela que essa narrativa é extremamente atraente para homens que se sentem perdidos em uma economia globalizada onde os papéis tradicionais de provedor estão em declínio.15 Ao culpar uma “cabala” ou o feminismo por suas falhas pessoais, o jovem é poupado do trabalho árduo de autodesenvolvimento real e de adaptação social. A política entra nesse cenário como uma promessa de restauração de privilégios passados. O apoio massivo de figuras da machosfera a líderes autoritários é visto como um esforço para usar o poder estatal para reimpor a submissão feminina através de leis e mudanças culturais.5

Sneako, por exemplo, exibe orgulhosamente sua coleção de mercadorias de campanhas políticas extremistas e defende que o autoritarismo é necessário para proteger o que ele chama de “valores tradicionais”.35 No entanto, o documentário expõe a falha lógica dessa posição: os mesmos influenciadores que defendem a castidade e o recato feminino gerenciam casas de produção de conteúdo adulto, provando que sua “tradição” é seletiva e orientada pelo lucro.5

Responsabilidade das plataformas e o dilema da amplificação

O lançamento de Por Dentro da Machosfera pela Netflix reacende o debate sobre o papel das empresas de tecnologia na moderação de conteúdo. Embora os executivos da plataforma neguem o uso de algoritmos para prender a atenção através da repetição de enredos, a estrutura do documentário e da série Adolescência parece projetada para gerar discussões virais.36 Existe um dilema ético: ao expor os influenciadores, a mídia de massa também lhes dá uma plataforma global sem precedentes.4

Críticos argumentam que Theroux, ao humanizar figuras como Harrison Sullivan e Myron Gaines, pode involuntariamente torná-los figuras de culto para um novo público.4 No entanto, a força do documentário reside em mostrar os bastidores e as falhas de caráter desses indivíduos. O objetivo não é o cancelamento, mas o desarmamento da aura de indestrutibilidade que eles projetam.15 A eficácia desse método é comprovada por pesquisas que sugerem que a percepção de hipocrisia financeira e moral é um dos poucos motivos que levam os jovens a abandonar essas comunidades.4

A análise de especialistas indica que as redes sociais como TikTok e YouTube precisam de uma regulação mais estrita. O fato de conteúdos misóginos serem recomendados para adolescentes que buscam dicas de academia mostra que o design dessas plataformas é cúmplice na radicalização.7 A machosfera não é apenas um grupo de pessoas falando; é um sistema técnico que recompensa o ódio com visibilidade e dinheiro.4

A arquitetura da masculinidade digital

O fenômeno analisado em Por Dentro da Machosfera revela uma crise profunda na construção da identidade masculina no século XXI. A transição para uma sociedade mais igualitária e uma economia baseada em serviços desafiou as noções tradicionais de poder e utilidade masculina. Nesse vácuo, a machosfera oferece um senso de propósito baseado no conflito e na superioridade.15 A investigação de 2026 deixa claro que esse movimento não é uma filosofia legítima, mas uma operação comercial que capitaliza sobre o sofrimento de rapazes desorientados.1

A conexão com a série Adolescência serve como um alerta necessário sobre as consequências extremas desse percurso. O ódio digital não permanece nos fóruns; ele transborda para as escolas, para os relacionamentos e para a política nacional.6 O enfrentamento a essa realidade exige uma ação coordenada entre educação, legislação e tecnologia. É imperativo que se desenvolvam contra-narrativas que ofereçam aos jovens homens uma visão de masculinidade baseada na empatia, na vulnerabilidade saudável e na cooperação, em vez da dominância e do isolamento.8

O documentário de Louis Theroux cumpre seu papel ao remover o véu de glamour e mistério que cercava esses influenciadores. Ao mostrar as contradições, as fraudes financeiras e a vacuidade intelectual da machosfera, a obra fornece ferramentas para que a sociedade civil e as famílias possam identificar e intervir no processo de radicalização antes que ele atinja pontos sem retorno.4 O futuro da convivência entre sexos depende da nossa capacidade de desmantelar essa infraestrutura de ressentimento e construir, em seu lugar, espaços digitais e físicos que valorizem a dignidade humana acima do lucro gerado pelo ódio.

Referências citadas

  1. Crítica: documentário Por dentro da machosfera Netflix – Blog do Correio Braziliense, acessado em março 22, 2026, https://blogs.correiobraziliense.com.br/proximocapitulo/em-tom-pop-por-dentro-da-machosfera-revela-as-engrenagens-do-movimento-red-pill/
  2. Louis Theroux: Inside the Manosphere | Netflix Media Center, acessado em março 22, 2026, https://media.netflix.com/en/only-on-netflix/81920687
  3. Influencers, dinheiro e masculinidade tóxica: o novo documentário polémico para ver na Netflix – NiT, acessado em março 22, 2026, https://www.nit.pt/cultura/televisao/influencers-dinheiro-e-masculinidade-toxica-o-novo-documentario-polemico-para-ver-na-netflix
  4. Louis Theroux’s manosphere documentary shows some of the …, acessado em março 22, 2026, https://reporter.anu.edu.au/all-stories/louis-therouxs-manosphere-documentary-shows-some-of-the-subtle-ways-we-can-undermine-online-misogyny
  5. Netflix Documentary ‘Inside the Manosphere’ Exposes a Digital …, acessado em março 22, 2026, https://msmagazine.com/2026/03/22/inside-the-manosphere-social-media-louis-theroux/
  6. ‘Adolescência’: como surgiu a sinistra ‘machosfera’ retratada pela série – G1 – Globo, acessado em março 22, 2026, https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2025/03/29/adolescencia-como-surgiu-a-sinistra-machosfera-retratada-pela-serie.ghtml
  7. How the manosphere is fuelling domestic abuse – Big Issue, acessado em março 22, 2026, https://www.bigissue.com/opinion/manosphere-fuelling-domestic-abuse/
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  9. Entenda o significado escondido dos emojis da série ‘Adolescência’ – Notícias ao Minuto, acessado em março 22, 2026, https://www.noticiasaominuto.com.br/tech/2269195/entenda-o-significado-escondido-dos-emojis-da-serie-adolescencia
  10. 90% dos canais misóginos no YouTube em 2024 seguem ativos – desinformante, acessado em março 22, 2026, https://desinformante.com.br/90-dos-canais-misoginos-identificados-no-youtube-em-2024-seguem-ativos-aponta-estudo/
  11. Inside the ‘incelosphere:’ What the hit series ‘Adolescence’ gets right about online hate, acessado em março 22, 2026, https://www.colorado.edu/today/2025/09/29/inside-incelosphere-what-hit-series-adolescence-gets-right-about-online-hate
  12. What Does Netflix’s Drama ʻAdolescenceʼ Tell Us About Incels and the Manosphere?, acessado em março 22, 2026, https://www.crestresearch.ac.uk/resources/what-does-netflixs-drama-adolescence-tell-us-about-incels-and-the-manosphere/
  13. Golpes e antissemitismo: doc mostra bastidores do movimento redpill, acessado em março 22, 2026, https://www.uol.com.br/splash/noticias/2026/03/19/por-dentro-da-machosfera.ghtm
  14. Por dentro do ‘looksmaxxing’, a polêmica tendência que faz homens jovens baterem no próprio rosto | G1, acessado em março 22, 2026, https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/03/21/por-dentro-do-looksmaxxing-a-polemica-tendencia-que-faz-homens-jovens-baterem-no-proprio-rosto.ghtml
  15. ‘Por dentro da Machosfera’: como documentário conseguiu acesso aos influenciadores ‘red pill’? – Estadão, acessado em março 22, 2026, https://www.estadao.com.br/cultura/cinema/por-dentro-da-machosfera-como-documentario-conseguiu-acesso-aos-influenciadores-red-pill-nprec/
  16. Adolescência (série de televisão) – Wikipédia, a enciclopédia livre, acessado em março 22, 2026, https://pt.wikipedia.org/wiki/Adolesc%C3%AAncia_(s%C3%A9rie_de_televis%C3%A3o)
  17. Entenda o fenômeno por trás de Adolescência, nova série da Netflix – Metrópoles, acessado em março 22, 2026, https://www.metropoles.com/entretenimento/televisao/entenda-o-fenomeno-por-tras-de-adolescencia-nova-serie-da-netflix
  18. ‘Adolescência’: Série fenômeno joga luz sobre o perigo da machosfera digital, diz Cris Fibe, acessado em março 22, 2026, https://www.youtube.com/watch?v=Q1-NurwYHQA
  19. ‘Adolescência’: o que significam os emojis que aparecem na série #bbcnewsbrasil, acessado em março 22, 2026, https://www.youtube.com/shorts/PRuLVuww7NE
  20. ‘Adolescência’: série da Netflix é inspirada em caso real? – Estadão, acessado em março 22, 2026, https://www.estadao.com.br/cultura/series/a-serie-adolescencia-e-baseada-em-historia-real-entenda-nprec/
  21. Entenda o final de Adolescência: Jamie é realmente culpado? – Rolling Stone Brasil, acessado em março 22, 2026, https://rollingstone.com.br/cinema/entenda-o-final-de-adolescencia-jamie-e-realmente-culpado/
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  23. Incel, the Manosphere, and Toxic Masculinity: Issues Depicted in Netflix’s “Adolescence” Miniseries – ResearchGate, acessado em março 22, 2026, https://www.researchgate.net/publication/398139134_Incel_the_Manosphere_and_Toxic_Masculinity_Issues_Depicted_in_Netflix’s_Adolescence_Miniseries
  24. Qual é o significado secreto da sanduíche que Jamie recebe em “Adolescência”? – NiT, acessado em março 22, 2026, https://www.nit.pt/cultura/televisao/qual-e-o-significado-secreto-da-sanduiche-que-jamie-recebe-em-adolescencia
  25. Adolescência: entenda por que psicóloga deu sanduíche a Jamie – Metrópoles, acessado em março 22, 2026, https://www.metropoles.com/entretenimento/televisao/adolescencia-entenda-por-psicologa-deu-sanduiche-a-jaime
  26. MACHISMOS VIRTUAIS: DISCURSOS MASCULINISTAS EM CANAIS RED PILL BRASILEIROS DE YOUTUBE – revista Ex aequo, acessado em março 22, 2026, https://exaequo.apem-estudos.org/files/2025-07/n51-a02-v-ferreira.pdf
  27. PEDRO STEFANI FIRMINO ENGOLINDO PÍLULAS VERMELHAS: Influenciadores e discursos da Redpill brasileira ARARAQUARA – SP 2024 – Repositório Institucional UNESP, acessado em março 22, 2026, https://repositorio.unesp.br/bitstreams/7ac8cbc5-6c94-461b-9d70-93302c51e910/download
  28. Estudos mostram avanço de conteúdos misóginos e apoio a ideias machistas – Vermelho, acessado em março 22, 2026, https://vermelho.org.br/2026/03/11/estudos-mostram-avanco-de-conteudos-misoginos-e-apoio-a-ideias-machistas/
  29. Uso de internet por adolescentes nas escolas cai de 51% para 37% – Agência Brasil – EBC, acessado em março 22, 2026, https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/cai-de-51-para-37-uso-de-internet-nas-escolas-por-adolescentes
  30. ‘Red pill’, ‘incel’, ‘machosfera’: como o discurso misógino está se espalhando nas redes I AO PONTO – YouTube, acessado em março 22, 2026, https://www.youtube.com/watch?v=z1yyV-UxwZI
  31. MASCULINISMO E MISOGINIA NO PROGRAMA JOVEM PAN MORNING SHOW – SciELO, acessado em março 22, 2026, https://www.scielo.br/j/ccrh/a/qKPYpt4HHbWPvnq94BmDVCn/?lang=pt
  32. Entenda o que são “redpill” e outros termos de ódio contra mulheres | Agência Brasil, acessado em março 22, 2026, https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/entenda-o-que-sao-redpill-e-outros-termos-de-odio-contra-mulheres
  33. Violência na web prolifera no Brasil e tem estudantes, professores e diretores de escolas como alvos – Jornal Extra Classe, acessado em março 22, 2026, https://www.extraclasse.org.br/geral/2025/06/violencia-na-web-prolifera-no-brasil-e-tem-estudantes-professores-e-diretores-de-escolas-como-alvos/
  34. ‘Os códigos culturais de ódio já estão disseminados na sociedade’ | Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, acessado em março 22, 2026, https://www.epsjv.fiocruz.br/noticias/entrevista/os-codigos-culturais-de-odio-ja-estao-disseminados-na-sociedade
  35. Louis Theroux explains why incels are barely mentioned in doc, acessado em março 22, 2026, https://thetab.com/2026/03/20/louis-theroux-explains-why-incels-are-barely-mentioned-in-netflixs-inside-the-manosphere

Netflix exige repetição de enredos ao longo de filmes e séries? Executivos negam suposta fórmula, acessado em março 22, 2026, https://www.estadao.com.br/cultura/cinema/netflix-exige-repeticao-de-enredos-ao-longo-de-filmes-e-series-executivos-negam-suposta-formula-nprec/

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